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Do you believe in magic?

 

Faz tempo né? Não sei, se foi inspiração que faltou, se foi tempo…só sei que estou de volta. A quem possa interessar, claro. O rolê pelo universo foi mais longo do que eu precisava. E não foi só um truque do desaparecimento não…

Na verdade, o que eu precisava mesmo era tirar férias de mim.

Não, nenhuma crise de identidade. Isso não me pertence. Nasci, cresci e vivo pra tentar me aceitar, e acho que tenho feito um ótimo trabalho. Às vezes até me julgo acomodado com isso, mas diria que “confortável” é um termo melhor..

Mas o conforto é o inimigo da magia.

As coisas só acontecem fora dessa zona. Porque nessa zona, não existe caos. E a magia e o caos andam de mãos dadas. Senão, a magia, em si, já não seria.

Andei procurando fazer mágicas. Pequenos truques, nada muito intenso. Mas também, não era ilusionismo – já que me falta habilidade para esse tipo de destreza. Prefiro confiar no arcano, no intangível.

E pra ser sincero…consegui. Consegui transformar dias de chuva em dias de sol. Planos em surpresas. Minutos em horas e horas em segundos. Consegui preencher minha mente e alma com pequenos aditivos…consegui me dar pequenos-médios prazeres que resultaram em ENORMES sorrisos.

Consegui dar passos maiores que a perna, sem saber que havia uma ponte estendida pra quem tem fé. Confiei no meu centro de gravidade, e ele não me decepcionou.

Consegui passar borrachas em pedras e apagar o que estava talhado. E aí percebi que não é o que está escrito, mas como.

Consegui encontrar caminhos que haviam se perdido há muito, atrás de uma montanha de coisas, ao passo em que trilhavam paralelos a mim. E convergiram.

E aí eu percebi: a mágica não está na ponta dos dedos: está na ponta dos pés.

O mundo é repleto de magia. Você só precisa estar onde ela acontece. Ninguém faz magia, mas todos são parte do encanto.

E é só isso que eu tenho a dizer agora. Pouco, subliminar e ainda…completamente revelador. E é essa a diferença de um truque pra um feitiço.

Continuem….ABRACADABRA!

\\//_

K.

Aplausos. Ou não.

Sabe o Sol?
Pois é. O coitado não tem descanso. Queimando eternamente. Sem trégua. Pois aqui na terra ele vem…manda seus raios, faz as pessoas ficarem bronzeadas, gera energia sustentável, causa a fotossíntese das plantas. Causa câncer, mas a culpa é NOSSA (deles) que destruimos a camada de ozônio. Inspira, ilumina, aquece, Dá dois shows diários, ao nascer e ao se por. Ainda tem gente que bate palma, mesmo ele não ouvindo. A maioria, nem liga. Acha bonito e tal, e só.

Imagina se um dia ele cansasse e dissesse: CHEGA. NÃO VOU MAIS APARECER. CANSEI. As consequências seriam catastróficas, e não pra ele. Ele continua fazendo seu papel.

Mas o que seria das pessoas?! Até daquelas que reclamam?! Não seria, ponto.

Muitas vezes, a gente sente que é o sol da vida de uma pessoa. Em alguns casos é verdade mesmo. E isso nem sempre é uma coisa boa, não. Tem gente que quer que a gente brilhe. E quer que seja do jeito delas. Porque se não for…não serve. E aí a gente queima, mais e mais, pra tentar brilhar até a idéia dessas pessoas, que por bem ou por mal, acabam exigindo de nós o que elas acham que tem direito de exigir.

Muitas vezes a gente escolhe um caminho que não agrada a ninguém, mas agrada a nós mesmos. No sentido intenso da coisa, não uma sensação momentânea de satisfação. Mais ou menos como seguir um sonho, mesmo quando todo mundo quer que você siga um plano. O plano só da certo se for o seu sonho.
Mas nem por isso, podemos deixar de brilhar. De queimar. De transmitir nossos raios.

Nós somos o nosso sol, e sem nosso brilho, nós mesmos deixamos de existir. Não dá, não pode parar de brilhar. Nem que ninguém te aplauda. O sol faz isso todo dia, ninguém diz obrigado, mas ele só é Sol porque não vai contra sua natureza. E nem nós devemos ir.
E é só assim que se brilha.

Não se importe com a opinião dos outros. Se for conselho, é porque querem te ver bem. Se for crítica, é porque te invejam em segredo. Seja como for, ninguém consegue o sucesso sem lidar com conselhos e críticas.

Seja o sol. Seja o seu sol. Seja o sol de alguém. Brilhe. Queime. Exploda sua natureza em raios de você mesmo. Nascemos pra brilhar, só escolhemos o quando e o como.

Continuem brilhando. Mesmo sem aplausos!

\\//_

K.

PS: Eu tenho quase certeza que ja postei uma analogia sobre o Sol, mas minha memória é curta e eu sou preguiçoso em matéria de pesquisa, então…se for o caso, finjam que é inédito, ou reciclado…

Pra ler ouvindo junto…

O jogo dos pratos.

Saudações, terrestres, terráqueos, terrenos, terríveis.
Super empoeirado isso aqui…bora fazer uma faxininha com um post novo.

Eu já falei pra vocês de uma teoria que eu montei há uns (10) anos, a teoria da dança dos pratos?!
Enfim, não é uma teoria. É um fato.

Cada parte da vida de uma pessoa é um prato que está girando sobre uma vara, exatamente como aquele truque de circo. Um prato para a saúde, um prato para o trabalho, um prato para a vida social, um prato pra vida sentimental, e assim por diante. A vida é o eterno exercício de manter os pratos equilibrados. O negócio é…NUNCA todos os pratos estarão girando com a sua velocidade total: um deles SEMPRE vai estar bambeando, prestes a cair. Você tem que correr então pra girar a vara e assim manter o prato rodando. E nisso, outro prato VAI bambear, e aí, você corre pro outro. e por aí vai.

Isso não é uma teoria, é fato. Os pratos só se igualam quando as cortinas se fecham, onde todos vão ao chão, mas já não importa mais, pois o show da vida já se encerrou.

É uma analogia da balança cósmica: é impossível manter todos os aspectos da sua vida em ordem da maneira como você desejaria que estivessem. Não é ruim, pelo contrário: é isso que te mantem “no jogo”. O desafio de buscar a felicidade onde ela está escondida.

Mas tem modos e modos de jogar este jogo. Você pode juntar os pratos pra correr menos na hora de girar os mais desequilibrados – mas aí corre o risco de um prato esbarrar no outro. Você pode girar todos com menos energia, pra ter mais tempo no próximo prato bambo – e aí vai ter que se habituar a não poder descansar e aproveitar mais os momentos de ‘aceleração máxima’. Não são trapaças, são apenas estratégias diferentes.

A única regra: você é o único que pode mexer os seus pauzinhos. Ninguém mais pode, até porque TODOS estamos jogando, e se alguém te ajuda, os seus pratos acabam caindo. Confie em mim, afinal de contas, minha herança genealógica é Grega – e ninguém entende mais de prato quebrando do que grego.

Então, quando você sentir que um lado da sua vida não está como você quer, lembre-se: faz parte do jogo, e só existe uma possibilidade de arrumar isso: CORRA PRO “PRATO” que não está girando do jeito certo, e mexa seus pauzinhos pra que ele volte ao normal. Perceba que os outros pratos não necessariamente precisam cair pra que você consiga colocar o mais lento de volta ao lugar certo. E não se irrite. Todos estamos na dança dos pratos. E a menos que os pratos da sua vida não sejam de papelão…se quebrar, você vai se irritar bastante. Existe um em especial que tem uma tendência a quebrar mais fácil – é porque é mais fundo, tendemos a colocar mais ‘peso’ sobre ele…dá pra saber qual é?! :)

E, de novo…não esquente…quanto mais você joga…melhor você fica.

Bom, depois dessa “espanadinha”, acho que é melhor correr pra balançar um prato que tá girando devagar faz um certo tempo…acho que estou girando com menos força do que deveria.

Continuem jogando. Até porque…não há opção.

\\//_

K.

Let the good times roll…

A idade vem rasteira. Ela chega manipulando a nossa mente. Quando nascemos…queremos voltar pro útero (o que não seria má idéia em muitas vezes e casos..). Aí, depois daquela adaptação original…queremos ficar mais velhos mais rápido. Porque assim – pensamos – teremos mais poder e autonomia pra fazer um monte de coisas (que ao atingir a idade de fazer), nós protelaremos com todas as forças. E aí, crescemos, e o processo se inverte. Queremos voltar atrás. Porque achamos que tudo seria muito melhor, se tivéssemos a experiência que temos agora – convenientemente esquecendo que toda esta experiência foi atingida com os longos, tediosos e complicados processos naturais de desenvolvimento e aprendizado. Resumindo: nunca estamos satisfeitos.

É válido então, questionar se devemos temer à passagem do tempo?

Eu acredito que sim. É a melhor maneira de refletir sobre as decisões e escolhas que fizemos em dado momento (teoria do caos e toda aquela história). É sábio entender que o corpo é uma máquina perfeita, e por isso mesmo, tem validade e necessita de cuidados – de “hard e soft wares”. É prudente temer o futuro, ainda que não tenhamos o menor controle sobre ele – tudo o que projetamos é apenas uma ilusão.

Eu tenho refletido bastante, ultimamente. Sem a menor pretensão ou programação para isso. Quase que uma coisa instintiva, que eu não encaro como alarme, ou nenhuma paranóia semelhante.Tenho pensado nas minhas escolhas. No que eu fiz, no que eu faço, e no que eu vou ou não fazer. No que eu deveria ter feito e não fiz, não na hora certa. No que eu deveria ter feito antes, mas apesar de procrastinar, eu acabei fazendo – e se “antes tarde do que nunca” é válido em todo caso.

E quanto mais eu penso, menos eu tenho certeza. É engraçado..Não, diria…curioso (porque em muitas vezes não tem a menor graça). Mas é um vício que eu não consigo abandonar: o de tentar entender o porque das coisas. isso pode ser minha ruina, mas não vai mudar jamais.

O que eu mais penso ultimamente é sobre a relação velocidade/validade das coisas. Das relações, das amizades, das promessas, das pessoas. Tem gente que me diz EU TE AMO, sem sequer me conhecer. O mesmo vale pra quem me ODEIA – com a diferença é que quem diz me odiar, só tem preguiça ou medo. Quem diz amar pretende roubar algo de mim que eu não posso me dar ao luxo de perder.

O bom da idade, é que você vai aprendendo a tolerar e perdoar quase tudo. Ao preço de, claro, as verdadeiras mágoas se afundarem cada vez mais num oceano de ressentimento, de dor, no qual eu pretendo nem passar perto, porque sei que se navegar por estas águas…vou me afogar voluntariamente.

Portanto, enquanto vou vivendo, pensando, analisando, eu vou tentando perdoar a todos, e até a mim mesmo, porque não me considero perfeito nem quando minha auto-suficiência grita por isso. O que não quer dizer que eu não me ame e não conviva perfeitamente comigo.

Por isso, eu perdôo a todos que de certa forma tentaram me iludir, me enganar, me enrolar, me sacanear, me prejudicar.

Perdôo a todos que num momento de fúria, disseram coisas que me magoaram. Mas não perdôo quem sabia exatamente onde me atingir porque descobriu por mim mesmo, e usou isso num momento de fraqueza de caráter.

Perdôo quem tentou me trapacear, porque entendo que foi sua maneira de dizer: “eu não consigo vencer por métodos limpos, você é forte demais!”.

Perdôo a mim mesmo, por ter sido tão fraco às vezes, que acabei tomando decisões que me levaram à beira de abismos – e algumas vezes até dentro dele. Porque a corda que eu usaria pra me enforcar, acabou me tirando de lá.

Perdôo a quem não me entende e desistiu de me entender, porque cada alma é um universo. Quem consegue sequer SE entender por completo? Que pretensão seria esta de se compreender outra pessoa?

Só não evolui o suficiente para aprender a perdoar aos que tocaram meu coração. Porque estes foram convidados a ter o melhor de mim a um custo zero – se tem recíproca, é troca, não negociação: ambos dão e ambos recebem. Eu abri as portas, e não pegaram nada do que eu podia dar de melhor, mas roubaram tudo o que eu não podia. A estes…eu reservo o fundo do oceano pelo qual eu não navego mais. Por medo, por mágoa, por sabedoria, por qualquer motivo – menos indiferença.

Mas o importante é saber que perdão não quer dizer segunda chance. Perdão muitas vezes significa “siga seu caminho em paz”.

Espero ser perdoado, não só por mim mesmo. E espero mais ainda jamais ter tocado o coração de alguém pra deixar um buraco. Ainda que eu jamais tenha feito isso conscientemente, mas aí…sempre …é só o tempo que pode responder.

Enquanto isso, vou correndo contra o tempo. O que me resta, o que me roubaram, o que eu perdi sozinho,. Não tem muito mais que eu possa fazer, a menos…correr, a 100mph…mesmo que a corrida pareça muito lenta.

Continuem correndo.

K.

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[Não] É o Fim do Mundo (como nós o conhecemos…)


CALMA!

O mundo não vai acabar. Não mesmo. Eu dei minha ronda pelo universo hoje…não tem cometa, meteoro, cataclisma, nada…relaxem.

E não vale usar isso de desculpa. Muita gente tá pensando em fazer isso, eu sei. “Ah, o mundo vai acabar” será a piadinha/clichê do momento, pra justificar um monte de coisa ‘errada’, No sentido de comportamento, principalmente. NÃO CAIA NO CLICHÊ. Isso pega mal até pra superheróis e arqui-vilões…

Fim de ano sempre põe a gente em retro/per/spectiva. Olhamos pro passado procurando os erros. Olhamos pro futuro traçando metas e resoluções. E do presente, a maioria nem toma conhecimento…E é aí que tudo parece ser igualzinho.

A minha meta pra esse ano – que não vai acabar – é justamente essa: entender que o mundo não acaba amanhã. A vida passa rápido, ok. Passa mesmo. Especialmente se você não fica parado. E aí? Percebe o paradoxo?! Ou seja, quanto mais eu corro, mais o tempo passa, quanto mais parado, mais o tempo leva. Não faz o menor sentido colocar amarras no relógio. O tempo é soberano, e age como quer, quando quer, como quer, com quem quiser. Se pra você as coisas estáo lentas, mas pra o outro não estão…respeite esse tempo. Entenda: há um motivo para se viver cada fase, e até para se pular etapas. Aliás, etapa não se pula: quando as vencemos, é porque já estamos além dos seus desafios. Não existe acaso.

Faça suas metas, trace seus planos, se organize. Mas JAMAIS deixe de contar com o inesperado, porque só é inesperado à nós. Chame de desafio, e use de mola. Caia com força em cima, e você recebera o impulso certo. Chame de combustível, e sinta sua vontade de vencer queimando por dentro e te fazendo tomar a atitude que você jamais esperou tomar, mas que vai mudar sua vida pra sempre…teoria do caos, sabe?

E principalmente….PRINCIPALMENTE…lembre-se: o mundo não acaba amanhã. O mundo é só um detalhe, pra começo de conversa. A vida, a alma, tudo é tão maior…faça juz ao dom que o Arquiteto te deu: livre arbítrio. Em escolhas, em alternativas, em criatividade…faça com que isso te abra os olhos da alma, a visão além do alcance (HOOOOOOOOOOO! :P ), pra que você possa escolher o que nem sempre é o óbvio, mas que pode ser o que é preciso para o momento. Escolha! Não aceite regra, não aceite nada como definitivo. O que é definitivo não muda. E se até o ano muda….e muda 6 bilhões de pessoas…o que é que tem você mudar? Esperando ou não…

O MUNDO NÃO ACABA AMANHÃ. E você ainda tem MUITO o que aprender, a fazer, a sentir, a viver, a arriscar, a observar, e principalmente: a SABOREAR.

Minha palavra pra 2012: SABOREAR. E a sua, qual é?!

Feliz 2012! Você merece! E eu também.

Continuem…saboreando!

\\//_

K.

Rastejar, Caminhar, Voar.

Saudações, terráqueos.

Pouso de emergência aqui na fortaleza da solidão. Que deveria mudar de nome, porque aqui me sinto tão confortável e rodeado de atenção, que é quase como se não estivesse sozinho. E não estou…

Este post é complementar ao anterior. Fazendo um retrospectiva desse ano que passou – existe coisa mais humana que esta? Estou progredindo! – quero falar do que aprendi. Ou reforcei, já que tem muitas coisas que a gente sabe, ou deveria saber, mas precisa ser relembrado. O “aprender” vai ser o termo, ainda que não signifique que eu já não soubesse em algum nível.

Aprendi cada dia mais o valor do dinheiro. O quanto faz diferença merecê-lo, precisar dele. Me fez entender que ele é quem deve ser meu escravo, e não o contrário.

Aprendi que o ócio produtivo traz lucros. O ócio por sí só, traz prejuízos.

Aprendi que as melhores coisas da vida nem sempre são de graça. Mas as que realmente precisamos, SIM.

Aprendi – e aprendo todo fim de semana – que não existe trabalho quando você realmente gosta do que faz, e principalmente, faz com gosto. Nada do que se toma por garantido representa evolução.

Aprendi que amizades verdadeiras resistem à tudo, menos à falta de amor. Se der errado, é porque tinha tudo, menos amor.

Aprendi que a ‘pessoa errada na hora certa’ vale mais que ‘a pessoa certa na hora errada’.
Aprendi também que só existem pessoas e horas. Certo e errado é questão de ponto de vista.

Aprendi que família é, acima de tudo, sintonia. Laços de sangue você cria com quem dá sangue por você, metaforicamente ou não.

Aprendi que não há nada que o amor de um filho não cure.

Aprendi que não há nada que o amor de um pai/mãe não supere.

Apendi que quanto mais um ser manifesta seu ódio, mais grita pedindo por amor. É difícil, mas eu aprendi que isso é verdade.

Aprendi que amor com amor se paga. Verdade com verdade também. Mas o que é negativo, não tem que ser sequer negociado.

Aprendi que grandes realidades concretas começam com pequenos sonhos muitas vezes, psicodélicos.

Aprendi que a comunicação é o super poder que todos os humanos tem, mas poucos exercem e aprimoram.

Aprendi que amigos são amigos, e negócios são à parte. Misturar os dois, pode ser perigoso e dificilmente dá certo.

Aprendi que amizade é um amor que pode até não te preencher, mas jamais te abandona e nem enfraquece – se é o que é, pois amizade e relação não são sinônimos.

Aprendi que amor conjugal é uma avenida de mão dupla, e que em ambas extremidades fazem o retorno de uma via pra outra. Não existe amor dado sem amor recebido.

Aprendi que o amor próprio não se trata de sentimento, mas sim de sobrevivência: ao nutri-lo, estamos alimentando a cria mais importante de cada ser: sua personalidade.

Aprendi que se quando se ajuda 1, reflete em 10 e 100 usufruem, mas 1000 acham que não é nada demais, 10000 acham ruim.

Aprendi que celebrar a felicidade alheia é o atalho mais rápido para alcançar a própria felicidade.

E principalmente aprendi que, não importa como, quando, onde ou porque…você TEM que continuar. A fazer o que for: cantar, lutar, gritar, pular, superar, tentar, levantar, respirar, acreditar. A palavra é Divina, mas a ação é Titânica. Continuidade, no erro ou no acerto.

O que eu ainda não aprendi – e passo a vida a me perguntar – é o que fazer com tanto aprendizado, se marotamente eu me esqueço de um ou outro de acordo com a situação?
Acho que estou aprendendo a ser humano. É, não é de todo mal…até porque quanto mais humano…mais eu vôo.

Continuem…aprendendo

\\//_

K.

(É claro que um ET como eu só poderia adorar um bando de “lutadores alienígenas”…)

Aprendendo a andar…novamente.

Aterrisando mais uma vez após um derradeiro vôo para o planeta rock and roll neste ano solar. Como vão vocês? Eu estou super bem, com a super-audição um pouco mais apurada do que o normal, algumas dores (ensaiadas para o meu avatar humano, afim de não levantar suspeitas), e com muita paz no coração.

O fim do ano vai se aproximando. Em termos cósmicos, isso é irrisório. Mas vamos nos ater à vida “terrestre” – da qual me sinto cada dia mais parte. O fim do ano é aquela fase onde nós humanos (gostaram, hein?) começamos a frear e repensar o trajeto, o custo, o resultado das escolhas, e começamos a programar e pensar nas próximas. Natural, quem fica parado é poste, “wowowowow!”.

Eu andei repensando também…normalmente não gosto de anos ímpares (não é exatamente pura implicãncia, já que coincidências não existem na minha opinião e na cultura de meu povo). Mas este ano, parei de analisar os desafios como obstáculos e passei a observá-los como “testes”. No maior de todos, passei. Finalmente. Era uma “DP” em uma das matérias mais importantes da minha existência total. Consegui, raspando, mas passei: aprendi a lição a respeito do que é o verdadeiro amor. Não que eu o tenha encontrado, pelo contrário…mas identificá-lo, eu acredito que consiga com mais facilidade (o que, pra quem tem visão de raio x supostamente deveria ser moleza – e não é, imaginem vocês). Ajustei o tempo do meu sentimento, com as memórias e as experiências atuais e vindouras, e assim, me considero aprovado nesse aspecto.
Por outro lado, tive uma visão mais drástica E realista do que é ser um ser humano mediano dentro de sua própria genialidade, e descobri que heróis, gênios, ídolos e demais seres diferenciados tem uma catacterística em comum: ININTERRUPTABILIDADE. Ou seja: ninguém atinge a glória por presente do Universo – que apenas lhe devolve a energia depositada. É como um plano de capitalização de esforço: você aplica um esforço contínuo, e dentro de algum tempo, você recebe isso de volta, em forma de conquista.

É o foco do que eu falo hoje.

Estou pensando sériamente em rever meus conceitos a respeito das resoluções de fim de ano. Eu acho que quero uma resolução pra fim/começo do dia: aplicar meu esforço. É que normalmente a gente só se aplica pra conquistar algo, quando teria que entender que também, se livrar de algo, exige algum esforço, às vezes hercúleo. E não só intenso, mas que precisa ser arquitetado, engenhado, esquematizado, de cabo a rabo! Ou então, como uma ponte mal projetada, pobremente ajambrada, desmorona (conosco em cima).

O que precisa mudar em sua vida? O que precisa melhorar, o que precisa parar, o que precisa existir?

São as questões que você pensa que não sabe, tem medo de saber, mas precisa saber e tem como saber, caso consulte o seu eu com a verdade de quem realmente precisa evoluir. Todas as respostas que precisamos residem dentro de nós mesmos. Somos um livro aberto, não para os outros – uma vez que cada um de nós é um universo indiv idual, e fala uma língua própria. Mas nós sabemos exatamente como nos consultarmos, onde na história e em que página estamos.

A minha, pessoalmente, é definir o quanto eu estou me esforçando para permitir que outras energias somem-se à minha, para que eu possa dar o próximo passo, uma vez que esse ano eu preparei o terreno. Agora, preciso plantar. Nem penso na colheita, e sim, no plantio: no que plantar, em qual fruto eu pretendo colher. Não sei por onde começar, mas sei o que eu tenho que descobrir. E é esse meu compromisso: tentar entender qual será minha colheita. Não quando, nem como…mas qual. Minha decisáo fica a cargo das respostas que venho tentando absorver da vida em que navego.

Meus olhos estão sempre atentos. Minha quota de heroísmo grita para que eu me dedique a me ajudar a ser salvo, mais uma vez – e por que não?! Portas abertas, janelas abertas, estou na varanda, e a luz está acesa. De verdade.

Mas enquanto eu não descobrir as respostas, não posso renovar as perguntas. Aprendi que tudo no universo, até o caos, tem uma ordem dentro de si. Não posso dobrar isso.

Sou, afinal, um eterno aprendiz, voluntariamente, ou não. Necessito desse aprendizado eterno. É isso o que me torna quem eu sou, é isso que me dá asas para voar mais alto em meus sonhos e anseios…preciso aprender, aprender, aprender….e aceitar as frustrações de errar uma, duas, todas as vezes. Não tenho pressa, tenho ânsia.

Não tenha pressa. Saboreie o sofrimento – depois que você acostuma com o gosto, todo o resto fica mais doce.

Continuem…aprendendo.

\\//_

K.

Para o sol e avante

Superboy dando as caras novamente. Depois de um breve período de férias…resolvi fazer uma breve resenha sobre minha estadia na Cidade Maravilhosa, Rio de Janeiro, Brasil. Um dos lugares mais lindos que eu já vi neste universo.

A começar, minha formação terrena me dizia que o RJ era um paraíso decadente, onde reina a violência e as pessoas estão prontas a te ferrar assim que tem a chance, principalmente se você não é local. MENTIRA. Eu estava lá e vi. Mas, vamos começar pelo começo – lembro que este post é atípico, e não terá dramas e/ou conflitos internos. É mais um diário de aventuras / pedido formal de desculpas.

Rumo ao Rock in Rio.

Deixei minhas atividades do alter-ego pela metade (literalmente, larguei o show faltando meia hora pra ganhar tempo – e fui salvo por um super-amigo!), onde o meu irmão terreno aguardava com a minha nave. Tomei a rota estrelar Imigrantes…que estava fechada. Tive que fazer um contorno longínquo até entrar na Via Estelar Anchieta, o que praticamente eliminou a vantagem do warp de tempo que eu havia planejado. Acionei então minha super velocidade para compensar, e nisso…perdi a entrada para o caminho correto, o que me fez viver o primeiro momento de super-adrenalização da aventura: dar marcha ré no meio da estrada espacial (morrendo de medo de ser parado pela polícia intergalática), mas acabou dando certo, e eu pude chegar à tempo para embarcar na espaçonave.

Chegando na Babilônia

Com certa folga de tempo, atingi o meu destino depois de uma viagem alucinante num taxi que andava a insanos 140km/h no velocímetro, cobrindo uma grande distância em cerca de 30 min. Com meus cabelos em pé, cheguei ao destino e tive que aguardar 3 horas para dar check in, o que me adiantou muito na leitora e me atrasou muito no sono. Viradíssimo, decidi não me entregar ao descanso, e enfrentar o show apenas na super-disposição e no espírito de ‘férias’. Assim, adentrei à cidade do rock, depois de uma solitária fila de 4 horas.
Com sucesso, me misturei à multidão, e depois encontrei meus super parceiros, o que fez a noite realmente ficar divertida. Assisti uns 2 shows desinteressantes, e depois apreciei as duas bandas que fui realmente conferir: System of a Down e Guns and Roses. No primeiro, missão cumprida com sucesso. No segundo, minha forma humana estava sucetível à combinação kriptônica de frio+sono+chuva+medo de gripar, então, abandonei a causa e me dei por satisfeito

Mini Férias

Adrentei meus aposentos no escuro, sabendo que outros heróis habitavam o recinto, tomei um banho, desabei. Acordei até cedo, comparativamente. E com isso, pude fazer as primeiras – e melhores – amizades das mini-férias, que realmente fizeram toda a diferença, já que a solidão que ameaçava assombrar por 4 dias. Com isso, acabei conhecendo mais super-amigos…(inclusive um membro da família ‘Ultra’, diretamente do japão) e formando uma pequena, mas consistente liga da diversão, onde nossa missão era atingir um estado de entorpecência moderado – coisa que parece impossível no RJ, mesmo depois de doses fortíssimas de bebida (que até fogo tinham!). De qualquer jeito, as risadas e histórias superaram qualquer necessidade de alteraçáo do estado de consciência. Formara-se então um laço que possivelmente terá validade de 2 anos.

Day After

No dia seguinte, com a liga se subdividindo devido ao retorno de muitos heróis à suas bases, foi o dia de conhecer a cidade maravilhosa – com direito à programas de turista (mal fadados devido ao tempo), e até uma atitude heróica no último momento, onde o lado super bateu mais forte no peito. Após isso, vivi uma aventura dentro da aventura, que quase tomou um caminho complicado e possivelmente exigiria uma postura mais agressiva de herói, mas heróis também contam com a sorte. Finalizando, estabeleci contatos importantíssimos de terceiro grau com grandes e importantes aliadas da cúpula carioca de super heroínas. A pauta foi divertidíssima , e realmente fez a viagem valer à pena em dobro. Ainda vale mencionar que conheci a beleza das praias de copacabana, ipanema e leme. E seu mar, tão gelado quanto às proximidades da fortaleza da solidão…

Say Goodbye

E no dia de retornar à base, eis que o sol resolveu se mostrar sem a menor timidez, tirando o branco natral da minha pele humana, me tornando menos perceptivel em meio à multidão. Mas já era tarde demais…e mesmo saindo às 14:00, cheguei aqui na sala de justiça às 23:20 somente, tendo já um show às 00:00. Correria digna do meu status de super, mas consegui.

Fatos de fato

Para resumir e esclarecer as diferenças positivas que a mídia não traz à tona:

-Rio de Janeiro é Santos na orla, e centro de São Paulo dois quarteiróes depois.
-Cariocas dirigem melhor que paulistas. Mas são mais perigosos também. Especialmente os motoristas de ônibus.
-Cariocas são simpáticos e solícitos, e ainda que estejam tirando com sua cara, fazem pela risada e não pela maldade. São ÓTIMOS vendedores, é difícil sair da lábia.
-Todas as mulheres cariocas tem bunda.
-A Pizza carioca não tem nada de ruim como dizem.
-O Chopp carioca é mais gelado e bem servido que o paulista.
-As motos ficam estacionadas na calçada (o que eu acho extremamente inteligente!)
-As pessoas se cuidam fisicamente muito melhor, a ponto de fazerem barra na praia com roupa de trabalho, quando voltam do serviço.
-Nunca vi tanta mulher com roupa de ginástica na rua, calça de cotton e etc…e sem aquele pudorzinho idiota de usar camisa pra cobrir a bunda.
-O sotaque PEGA. Demorei 4 dias pra perder.
-Oi é com dois beijinhos. Mania que devia ser adotada aqui!
-Cariocas tem resposta pra tudo na ponta da língua.
-Andei pela orla, às 2:30 da manhã, com celular, máquina, carteira…e NADA me aconteceu.

Mas…

-É a cidade mais barulhenta que eu já visitei.
-A Parmegianna deles não tem molho de tomate e tem presunto (?!?!?!)
-O mar é gelado além do suportável.
-Não existe skate se não for long.
-Cobram R$ 1,80, pra fazer #1 perto da praia.
-Toda carioca usa shorts com bolso pra fora.

Resumindo mais ainda…a cidade é linda, é fácil se apaixonar e querer voltar é quase automático. Em 2013, darei uma passeada mais tranquila por lá, isso é CERTO.

Não conhece? Vá ao RIO! Mordi minha língua: amei a cidade.

Continuem….VIAJANDO!

K. (rioca?)

Ini-A-migo número 1

Saudações, terráqueos.

Estive ausente por um tempinho, estava resolvendo uma missão muito complicada e arriscada. O ataque mais devastador vindo do seu maior inimigo tem só a metade da potência de um ataque pelas costas vindo de um aliado….

E é por isso que venho aqui deixar minha reflexão sobre o assunto.

Os heróis recorrem ao expediente do Alter-Ego afim de se proteger e tirar os seus da “zona de perigo”. Usam disfarces, interpretam, pode-se dizer até que mentem, se você for mais pragmático do que lírico. Mas a intenção por trás disto, acreditem: é sempre boa.

Só que os arquivilões SABEM deste artifício. E muitas e muitas vezes…se utilizam disso – só que com outras intenções e justificativas. Usam suas máscaras não para se preservar: para isso servem os “capangas”. É para ganhar acesso aos bens e às pessoas que estão entre eles. Ganham a confiança, acesso, se tornam acima de qualquer suspeita, e aí…desferem seu golpe mais preciso e maldoso. Sempre portando a bandeira do bem numa mão, e na outra, o sangue do adversário.

É impossível se viver desconfiando de tudo e todos o tempo todo. É a ameaça derradeira: a paz trazendo medo. Como vivem hoje em dia os “estadunidenses”…sob a constante ameaça do mal mesmo nos períodos de maior calmaria. Porém, faz -se necessário um certo ‘estado de alerta’, uma atenção aos detalhes e pormenores. NUNCA sabemos de onde pode se manifestar a sabotagem de um falso aliado. Mais raro ainda é identificá-lo.

Pense consigo: quantas vezes você já se sentiu traído justamente por uma pessoa que você tinha confiança verdadeira? Impossível dizer NENHUMA, certo? Pois. É um processo natural de vida. Faz parte do desenvolvimento e das escolhas de caráter.

Até mesmo os heróis, vez ou outra, se sentem tentados à usar deste expediente: atacar usando a fraqueza dos inimigos. Tem eficiência, mas peca em HONRA. Num combate franco, é a maior demonstração de covardia. E um herói jamais é covarde.

O ponto que eu quero demonstrar é justamente a diferença principal, não entre o que é certo ou errado, mas entre o que é limpo e o que é sujo. ISSO é o que define a maldade de um ser: a SUJEIRA com a qual ele é capaz de lidar com a intenção de conseguir o que quer.
Como o sábio ditado árabe diz: “Atrai-se mais moscas com mel do que com vinagre”. E existem pessoas de índole duvidosa que entendem e abraçam perfeitamente esta máxima.

Por mais que se sinta tentado…saiba…o caminho SUJO, uma vez que você se permite trilhá-lo…para sair dele depois…vai dar um trabalho hercúleo. Quer um conselho? Passe longe. deste caminho. Ele é bem sinalizado, e se olhar atentamente, você vai ver um monte de gente andando por ele, sempre ollhando ao redor, agitados, como se estivessem prontos a ser atacados. É assim a vida de quem por ele anda, sempre paranóico, sempre à espreita, mesmo que esteja usando o manto dos bons e pregando palavras de iluminação – que eles mesmos não ouvem, mas decoraram tão bem o discurso que se tornam convincentes.

Um herói sozinho é mais fraco. Mas saiba escolher seus aliados, e principalmente, acredite na bondade, porque ela é um escudo. E no descuido, é ela quem te protege quando estiver distraído, pois a bondade fecha o que a maldade quer abrir. Não ceda ao revide. Se defenda, mas nunca esqueça a diferença entre ATAQUE e CONTRA-ATAQUE. Não se torne o que você mais despreza.

Continue…LIMPO!

Esse Dois.

Existe uma matéria no universo, de um elemento que jamais foi desvendado.
Não se sabe o seu peso atômico, não existe na tabela periódica. Pressupõe-se que é de carne humana, mas não pode ser. Não na prática.

Não é só o motor do corpo. Não é só o símbolo maior de tudo que não pode ser explicado com a racionalidade. Nem somente é só mais um órgão. É muito mais que isso, em sentidos reais, imaginários, líricos e poéticos, físicos e metafísicos.

O coração é a moradia do instinto. O coração tem raciocínio próprio. A tão atrasada ciência de vocês finalmente se deu conta e comprovou cienfiticamente que o coração tem uma memória própria, independente do cérebro (é sabido cientificamente que o coração que sofre de sintomas psicossomáticos tem um desempenho irregular). Não a toa é o símbolo de tudo que opõe a fria lógica do que a mente desenha, quando na realidade, esta é escrava dele. Trace o plano mais perfeito. Pense em todos os detalhes. Desenhe todas suas metas. Mesmo que atinja o maior sucesso, você precisa ouvir o instinto e contar com a bondade do instinto pra dizer se você está feliz. Olhe ao seu redor, e você vai identificar pelo menos uma pessoa que fez tudo conforme o plano e ainda assim…não sabe se atingiu o ponto de felicidade esperado.

Este motor incansável sofre. Apanha. Mais que o rosto do arqui-vilão, mais que os ombros do mais destemido cruzado. Ele bate, muito também, o tempo todo, seja pra manter o ser em pé, seja pra fazer o cérebro pegar no tranco nos momentos em que trava – o que não é nada incomum, e até parte do protocolo.

Mas de todos os elementos da natureza conhecida, o coração é o que tem a capacidade mais incrível: a ressurreição. Como a phoenix, o coração mortalmente ferido se fecha em seu próprio fogo, consome-se da própria ardência, de dentro pra fora, se esgota, evapora…e dado o devido tempo, renasce. Mais forte e mais definitivo que nunca. E este é um processo eterno. O coração é feito do fogo que não se pode ver, mas se pode sentir. Quando o coração incandesce, não há gelo no mundo capaz de combater o incêndio.

Portanto, caro humano que se julga tão frágil e tão sofredor…saiba: você tem uma phoenix dentro de você. A alma não é mais nada do que um conjunto de energia, que é disperso pelo cosmos, e só se organiza em torno de um coração verdadeiro. Como um imã, ele atrai as partículas da alma espalhadas e as organizam em uma forma, um conjunto concreto, fechado, que dá a origem ao que você é. Você não é mais nada além de um coração envolto de energia pura. Nós somos energia.

Quando sentir seu coração partir entenda: é a hora de morrer. Partir, repartir, dispersar a energia que te forma, absorver em todos os cantos os ensinamentos do mundo, observar, entender…e esperar que o tempo faça com que o coração se reorganize, pra voltar a ser uma alma MAIS incorporada, mais agregada e mais densa, capaz de cada vez mais, barrar o que pode ferir o centro do seu universo.

E saiba, dentro de seu coração, existe uma energia que não conhece rivais. Que se multiplica quando dividida, que aumenta quando doada, e que precisa ser colocada pra fora, senão implode. O nome, cada um dá o que sabe…mas que não pode ser ignorada. Capaz de nascer sozinha apenas da própria sugestão de sua existência. Materializa-se somente com o desejo de que exista. O moto perpétuo utópico e improvável que se confirma contra toda probabilidade negativa. Inerente ao coração, o amor é real, ainda que seja irreal.

Enfim…o que resta entender é que acima de tudo, do que vier, do que não vier, do que as leis da ciência e física quântica podem confirmar…o coração é o maior gerador de energia do universo. Jamais morre. Jamais apaga. Ainda que pareça parado, funciona. Ainda que morra, existe. Ainda que sofra, permanece. Não duvide disso, pois a dúvida é apenas a teimosia daqueles que recusam a luta da qual não podem fugir, e que vencem se quiserem…mas sentem medo da responsabilidade da vitória.

Não existe campeão sem título a defender. Não existe exército vencedor sem a responsabilidade de administrar o vencido. Não existe amor sem responsabilidades. Não existe vida sem coração. Não o negue, não a negue. Ao contrário, afirme. Cada vez com mais força, com mais ênfase, com mais fé. E ele jamais vai te decepcionar.

Continue…batendo

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K.

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